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dc.contributor.advisorAlmeida, Adriana Monteiro de-
dc.contributor.authorNascimento, Williane Gomes do-
dc.date.accessioned2016-03-31T14:48:37Z-
dc.date.available2016-03-31T14:48:37Z-
dc.date.issued2015-12-08-
dc.identifier2010059891pr_BR
dc.identifier.citationNASCIMENTO, Williane Gomes do. Composição florística de espécies hospedeiras de lepidópteras em um remanescente de Mata Atlântica no Rio Grande do Norte, Brasil. 2015. 33 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Ecologia) Departamento de Ecologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1986-
dc.description.sponsorshipCNPqpr_BR
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsrestrictedAccesspr_BR
dc.subjectMata Atlânticapr_BR
dc.subjectMata do Jiquipr_BR
dc.subjectBiomas Brasileirospr_BR
dc.titleComposição florística de espécies hospedeiras de lepidópteras em um remanescente de Mata Atlântica no Rio Grande do Norte, Brasilpr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Moura, Edweslley Otaviano de-
dc.contributor.referees2Morais, Vanessa Rodrigues de-
dc.description.resumoA fragmentação de habitats é uma das mais reais e devastadoras ameaças a toda diversidade, por alterar a dinâmica e a estrutura de paisagens, por meio de mudanças em condições ambientais. No Rio Grande do Norte, extremo norte da Mata Atlântica, estudamos um remanescente de 80ha considerado como Mata Atlântica, porém com várias espécies vegetais características de outros biomas. Com isso surge a questão: A área estudada pode ser considerada Mata Atlântica do ponto de vista florístico? Com isso, o objetivo deste trabalho é caracterizar a Mata do Jiqui através da sua vegetação, comparando-a com outras regiões do nordeste brasileiro. O estudo foi desenvolvido na Mata do Jiqui, que foi subdividida em três distintos ambientes para uma melhor observação e obtenção de informações importantes, a saber: borda da mata, centro da mata e a margem do rio. Os dados foram coletados mensalmente de fevereiro de 2008 a dezembro de 2013, com amostras iguais nos três ambientes. Aos dados de campo foram adicionados dados da literatura e de um banco de dados da internet para a Mata do Jiqui. Outros ambientes foram usados para comparação com a área de estudo, totalizando 20 áreas de estudo em oito estados do nordeste pertencentes aos biomas da Caatinga (savana estépica), Restinga, Cerrado e Mata Atlântica, totalizando 1.855 espécies vegetais lenhosas, herbáceas, arbustivas e lianas. A análise de agrupamento não identificou bem as áreas de acordo com seus biomas. Um primeiro grupo englobou duas áreas de restinga de Pernambuco. Um segundo grupo conteve áreas definidas como restingas e cerrados (tabuleiro) e também uma área de Caatinga em Pernambuco. A Mata do Jiqui não formou grupo, não se encontrando uma resposta exata se a Mata do Jiqui pertence ou não ao domínio da Mata Atlântica. Em relação à afinidade das espécies vegetais da Mata do Jiqui com os outros domínios, deve-se considerar a amplitude geográfica, pois cada espécie possui sua própria e única distribuição, e algumas destas distribuições são impostas pelo ambiente e outras espelham ligações e climas passadospr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentEcologiapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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