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dc.contributor.advisorAraújo, Marta Maria de-
dc.contributor.authorCruz, Emmanuel Dário Gurgel da-
dc.date.accessioned2016-01-28T21:10:34Z-
dc.date.available2016-01-28T21:10:34Z-
dc.date.issued2015-12-14-
dc.identifier2012957887pr_BR
dc.identifier.citationCRUZ, Emmanuel Dário Gurgel da. Narrativa sobre a cegueira: inclusão, superação e limites. 2015. 92 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Pedagogia), Departamento de Fundamentos e Políticas da Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1830-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsopenAccesspr_BR
dc.subjectCegopr_BR
dc.subjectNarrativas autobiográficaspr_BR
dc.subjectInclusãopr_BR
dc.titleNarrativa sobre a cegueira: inclusão, superação e limitespr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.contributor.referees1Passeggi, Maria da Conceição Ferrer Botelho Sgadari-
dc.contributor.referees2Alves, Jefferson Fernandes-
dc.description.resumoOs mecanismos de inclusão e de plena participação do sujeito com deficiência visual no contexto educacional trazem em seu bojo algumas implicações que devemos considerar para que, assim, possamos compreender como se dá o processo de inclusão. Para tanto, privilegiamos uma pesquisa com narrativas autobiográficas de uma pessoa cega, por compreendermos que por muitas vezes as propostas educacionais não são pensadas pelas pessoas com deficiência, e sim para elas. Para tal fim utilizamos o método autobiográfico enquanto um dispositivo pedagógico de reflexão crítica e de formação. Os principais teóricos que orientam a reflexão são: Passeggi (2013, 2014a, 2014b) e Ferrarotti (2014, 2015) no que concerne ao método autobiográfico. Já no que se refere à Inclusão ressaltamos o trabalho de Silva (2008). Partimos da hipótese de que para continuar a favorecer o processo de inclusão, a contribuição dos próprios usuários dessas políticas constitui um dos mais legítimos fundamentos sobre os quais tais políticas podem se ancorar. Sendo assim, este trabalho toma como desafio tentar responder a seguinte pergunta de pesquisa: De que maneira, a mudança do paradigma da integração para o paradigma da inclusão foi vivida por uma pessoa com deficiência visual, ao longo de sua formação educacional e profissional? Para responder a essa questão tomamos como fonte de pesquisa as narrativas autobiográficas do participante da pesquisa, que é cego. O objetivo deste trabalho é discutir com base nas narrativas de vida de uma pessoa cega o período que compreende todo o seu processo educacional, no intuito de entender como suas experiências de vida foram fundamentais para a sua inclusão social e o que revelam a propósito da resiliência. Notamos que suas narrativas autobiográficas nos revelam experiências de superação em sua carreira educacional e social, assim como nos mostram algumas dificuldades enfrentadas pelo sujeito investigado.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentPedagogiapr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
dc.subject.cnpqEducaçãopr_BR
dc.contributor.referees3Nascimento, Gilcilene Lélia Souza do-
Appears in Collections:Pedagogia (Presencial)

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