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dc.contributor.advisorMagalhães, Adriana Gomes-
dc.contributor.authorPereira, Alianny Raphaely-
dc.date.accessioned2016-01-14T11:21:29Z-
dc.date.issued2015-12-
dc.identifier2011004950pr_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1783-
dc.languagept_BRpr_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortepr_BR
dc.rightsembargoedAccesspr_BR
dc.subjectsexualidadepr_BR
dc.subjectqualidade de vidapr_BR
dc.subjectfuncionalidadepr_BR
dc.subjectacidente vascular encefálicopr_BR
dc.titleFunção sexual em pacientes pós-acidente vascular encefálicopr_BR
dc.typebachelorThesispr_BR
dc.description.embargo2019-12-23-
dc.description.resumoEste estudo avaliou a função sexual, qualidade de vida e independência funcional de indivíduos acometidos por acidente vascular encefálico (AVE). Trata-se de um estudo observacional, quantitativo com desenho transversal, desenvolvido com indivíduos de AVE, recrutados de uma clínica escola de fisioterapia. Para coleta dos dados, os indivíduos foram previamente contactatos por telefone e agendados de acordo com sua conveniência. Após a inclusão no estudo, os participantes foram submetidos a aplicação de uma ficha de avaliação contendo: dados sociodemográficos, hábitos de vida, saúde autorreferida e função sexual. Os dados foram analisados no software Statistical Package for Social Sciencies for Personal Computer (SPSS-PC), versão 20.0. Ao avaliar 29 indivíduos, observou-se que houve prevalência de 48,3% dos participantes com atividade sexual. Desses, 64,2% eram do sexo masculino e 35,7% eram do sexo feminino. Quanto à qualidade de vida, foi observado que os pacientes que tinham vida sexual ativa apresentaram melhores escores em todos dos domínios do WHOQOL-bref. Quando comparada a funcionalidade dos indivíduos sexualmente ativos com os não ativos, observou-se que os indivíduos com atividade sexual obtiveram melhores escores na MIF (p<0,005). Conclui-se que uma parcela significativa dos pacientes sequelados de AVE são sexualmente ativos. Tal prática está associada à maior independência cognitiva e motora, bem como, melhor capacidade física.pr_BR
dc.publisher.countryBrasilpr_BR
dc.publisher.departmentFISIOTERAPIApr_BR
dc.publisher.initialsUFRNpr_BR
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