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Title: Relação da qualidade de vida em pacientes de Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas.
Other Titles: En cuanto a la calidad de vida en pacientes de transplante de células madre hematopoyéticas.
Regarding the quality of life in patients hematopoietic stem cell transplantation.
Authors: Souza, Lorena Luana de
Keywords: Qualidade de vida,Transplante de medula óssea, Transplante de Célula-Tronco Hematopoiéticas.;Quality of life, Bone marrow transplant, Hematopoietic Stem Cell Transplantation;Calidad de vida, Trasplante de médula ósea, Trasplante de células madre hematopoyéticas
Issue Date: 4-Dec-2015
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SOUZA, Lorena Luana de. Relação da qualidade de vida em pacientes de Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas. 2015. 21f. Artigo Científico (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Santa Cruz, 2015.
Portuguese Abstract: Objetivo: Analisar as evidências disponíveis sobre os domínios que afetam a qualidade de vida (QV) em pacientes no processo de Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas. Método: Trata-se de uma revisão integrativa, que teve como questão norteadora: Quais as evidências disponíveis sobre os domínios que afetam a qualidade de vida em pacientes no processo de transplante de células tronco hematopoiéticas?. Para a coleta de dados utilizou-se das bases de dados: PUBMED, LILACS e CINAHL, no período de janeiro de 2010 a outubro de 2015 e utilizando-se da combinação dos descritores “Qualidade de vida e Transplante de medula óssea” e “Qualidade de vida e Transplante de Células-Tronco Hematopoiéticas. Resultados: Obteve-se uma amostra de 09 artigos, dos quais 05 na CINAHL e 04 do LILACS, tendo como o Brasil o país de predominância nos estudos e uma variância dos períodos de publicações entre os anos de 2010 à 2014. Alogênico foi a população mais estudada e o tipo de estudo de coorte e transversal foram os mais utilizados. Enquanto a QV foi tida como deteriorada nas fases iniciais do tratamento e alcançado melhores escores ao decorrer do pós-TCTH, principalmente no aspecto emocional. Os pacientes apresentavam dificuldades para reingressarem nas atividades diárias; o gênero feminino foi o mais afetado, enquanto ao tipo de transplante não houve diferenças significativas. Conclusão: Os estudos correlacionaram a variável tempo pós-TCTH, positivamente, com a maioria dos aspectos de QV, com isso os resultados sugerem a necessidade do fortalecimento da equipe multidisciplinar em todas as fases do TCTH.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/1700
Other Identifiers: 2011003087
metadata.dc.description.embargo: 2018-12-17
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