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Título: Vida In–útil: utilizando Banksy.
Autor(es): Silva, João Pedro Tavares da
Palavras-chave: Banksy;anonimato;arte e vida;cotidiano
Data do documento: 15-Jun-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Referência: SILVA, João Pedro Tavares da. Vida In–útil: Utilizando Banksy. 2015. 69f. Trabalho de Conclusão de Curso (Licenciatura em Artes Visuais) - Departamento de Artes, Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2015.
Resumo: Vida In-útil é uma tentativa de pegar água com a mão aberta, mesmo que se tente compulsóriamente capturá-la, sempre haverá algo que escapará. Portanto, se baseia em refletir antes de dar o primeiro passo. Aqui discute-se, a partir da subjetivação do anonimato, o artista de rua – sobretudo Banksy -, a imagem do artista e sua relação entre vida e a produção da obra. Em paralelo, ilustro com fragmentos sobre a minha vida de estudante e artista, da qual partiram dúvidas sobre o processo de mim mesmo e ainda assim relaciono com o objeto de estudo: a vida, a condição de existente e o caminho que se deve seguir. Logo, a pesquisa caminha em direção à uma visão simbiótica entre artista e obra, cuja problemática se preocupa com os primeiros passos do estudante, cujo processo de desenvolvimento criativo são baseados em influências de determinados valores que são provenientes de uma fonte majoritária de interesse externo, tal dispositivo dificulta o que o estudante ou o artista iniciante reflita sobre si mesmo, seus interesses, gostos e valores. O objetivo é mostrar, através da arte urbana de Banksy, que a arte está ligada ao processo que escolhe para si como programa de vida, sendo uma ferramenta que define sua utilidade. No entanto, para otimizar determinada busca, necessita de uma criação de uma metodologia autônoma baseada na autocompreensão e auto-observação como um caminho do autoconhecimento e uma busca por uma reprogramação. Esse trabalho investe dando subsídios teóricos de reflexão ao artista inciante de espírito livre que procura criar alicerces que garantam seu desenvolvimento na construção da carreira artística, criando a possibilidade de evidenciar ao estudante que diante da profundidade oceânica do conhecimento sobre arte, deve-se também mergulhar na profundidade de si mesmo para coletar informações sobre o que se deve procurar.
Abstract: Vie in-utile est un tentative de prendre de l’eau avec la main ouverte, même si vous essayez de capturer de force, il y aura toujours quelque chose qui va échapper. Donc, la recherche est basée sur réfléchir avant de prendre la première étape. Ici on discute, à partir de la subjectivité de l’anonymat, l’artiste de la rue – notamment Banksy -, l’image de l’artiste et sa relation entre la vie et la production de l’oeuvre. En parallèle, J’illustre avec des fragments sur ma vie, d’étudiant et d’artiste qui a laissé des doutes sur le processus de moi-même et j’y relativise avec l’objet d’étude: la vie, la condition d’existant et le chemin qu’on doit suivre. Alors, la recherche se compose à une vue symbiotique entre l’artiste et le travail, dont le problème est concerné avec les premières étapes de l’étudiant, de qui le processus de développement créatif sont basés sur les influences de certaines valeurs que provenant d’une source d’intérêt étranger majoritaire, ce dispositif complique quelque chose que l’étudiant ou l’artiste débutant réfléchit sur soi-même, ses intérêts, goûts et valeurs. L’objetif est de montrer, au travers de l’art urbaine du Banksy, et que l’art est lié au processus que l’on choisit pour soi-même comme un programme de vie, être un outil utile. Toutefois, pour optimiser cette recherche, on a besoin d’une création d’une méthodologie autonome basée dans l’auto observation comme un chemin de la connaissance de soi et une tentative par le reprogrammation et se réinventer. Cette recherche se concentre dans la source de réflexion théorique à l’artist débutant d’esprit livre que cherche créer de bases pour le développement d’une carrière artistique, crée la possibilité de montrer à l’élève en face de la profondeur océanique de connaissances sur l’art, il faut aussi se plonger dans la profondeur de lui-même pour recueillir des informations sur ce qu’il faut chercher.
URI: http://monografias.ufrn.br:8080/jspui/handle/123456789/1378
Outros identificadores: 2010018141
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