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dc.contributor.advisorAzevedo, Francisco Fransualdo de-
dc.contributor.authorQueiroz, Thiago Augusto Nogueira de-
dc.date.accessioned2020-07-20T21:34:43Z-
dc.date.available2020-07-20T21:34:43Z-
dc.date.issued2011-12-05-
dc.identifier2008011569pt_BR
dc.identifier.citationQUEIROZ, Thiago Augusto Nogueira de. As feiras livres de Natal-RN: um estudo a partir da teoria dos circuitos da economia urbana. 2011. 62f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geografia) - Departamento de Geografia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2011.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/10670-
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectfeiras livres, circuitos da economia urbana, Natal-RN.pt_BR
dc.titleAs feiras livres de Natal-RN: um estudo a partir da teoria dos circuitos da economia urbanapt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.description.resumoAs feiras livres brasileiras são heranças das feiras medievais europeias, trazidas pelos colonizadores portugueses. Essa tradição cultural de trocar, vender e comprar produtos se disseminou por muitas cidades brasileiras. Apesar da existência de grandes supermercados, hipermercados, shopping centers, que são símbolos do atual período de globalização, as feiras livres continuam a existir, como elemento de resistência e persistência, configurando o espaço de diversas cidades brasileiras. O município de Natal, capital do estado do Rio Grande do Norte, possui atualmente vinte e três feiras livres, fenômeno que vem se expandido nas últimas décadas, mesmo com a expansão dos agentes do circuito superior da economia urbana. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo compreender a importância econômica, política e cultural das feiras livres de Natal, mesmo com a expansão dos supermercados e outros estabelecimentos econômicos modernos. Essa dialética entre a economia popular e a economia moderna foi analisada a partir da teoria dos circuitos da economia urbana: o circuito superior (moderno) e o circuito inferior (não moderno). Através de uma periodização, da caracterização do arranjo espacial e da dinâmica socioeconômica, buscou-se compreender a situação geográfica das feiras livres de Natal.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentGeografiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
Appears in Collections:Geografia (Bacharelado)

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