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dc.contributor.advisorSouza, Jane Carla de-
dc.contributor.authorSilva, Virgínia Thalita da-
dc.date.accessioned2020-02-04T12:42:49Z-
dc.date.available2020-02-04T12:42:49Z-
dc.date.issued2019-11-27-
dc.identifier20155136800pt_BR
dc.identifier.citationSILVA, Virgínia Thalita da. Avaliação do estresse, qualidade de sono e sonolência diurna em professoras do ensino básico. 2019. 55 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Enfermagem) - Faculdade de Ciências da Saúde do Trairi, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Santa Cruz, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/10429-
dc.description.abstractContextual aspects of teaching work, such as low pay, high demands within the classroom, among others, may contribute to the presence of stress and sleep problems. Objective: To analyze stress, sleep quality and daytime sleepiness in teachers of basic education. Descriptive exploratory cross-sectional study with quantitative approach, conducted in Natal / RN, from May 2011 to May 2013. Twenty schools were visited, among them public and private, and 98 primary school teachers were approached. Data collection was performed through the instruments: Health and sleep, the Pittsburgh Sleep Quality Index (PSRI), the Epworth / ESE Sleepiness Scale, the Horne and Ostberg Questionnaire, and the LIPP Adult Stress Symptom Inventory (ISSL). The profile of the teachers was: 90 teachers, with a mean age of 43 years (SD ± 9.37 years), married (64%), with children (76%), teaching in a public school (63%), working in only one school (48%) and average teaching time of 19 years. The most frequent chronotype was the intermediate (41%). Were diagnosed with poor sleep quality (44% - x2 = 1.60; p = 0.20) and 36% with excessive daytime sleepiness (x2 = 1.51; p = 0.21). Of the individuals (57% - x2 = 1.96; p = 016), they presented symptoms of stress, mostly in the resistance phase (73% - x2 = 142.3; p = 0.001), followed by the exhaustion phase. (27% - x 2 = 142.3; p = 0.001). Changes in sleep and stress may be due to the working conditions of the teaching professional, which makes it necessary to design new studies on this subject, expanding the sample and assessing the factors that may be contributing to these health conditions in the teaching professional.pt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectEstresse laboral, ensino básico, saúde do trabalhador, condições de trabalho, satisfação no trabalho.pt_BR
dc.titleAvaliação do estresse, qualidade de sono e sonolência diurna em professoras do ensino básicopt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.advisor-co1Carolina Virgínia Macêdo de Azevedopt_BR
dc.contributor.referees1Araújo, Jessica Naiara de Medeiros-
dc.contributor.referees2Araújo, Mayonara Fabiola Silva-
dc.description.resumoOs aspectos contextuais do trabalho docente, como remuneração baixa, altas demandas dentro e fora da sala de aula, dentre outros, podem contribuir para a presença de estresse e problemas de sono. Objetivo: Avaliar o estresse, a qualidade do sono e a sonolência diurna em docentes do ensino básico. Estudo transversal de caráter descritivo exploratório, com abordagem quantitativa, realizado em Natal/RN, entre maio de 2011 a maio de 2013. Foram visitadas 20 escolas, entre elas públicas e privadas, e abordados 98 professores do ensino básico. A coleta de dados foi realizada por meio dos instrumentos: A saúde e o sono, o Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (IQSP), a Escala de Sonolência de Epworth/ESE, o questionário de Horne e Ostberg e o inventário de sintomas de stress para adultos LIPP (ISSL). O perfil dos docentes foi de: 90 professoras, com média de idade de 43 anos (DP ± 9,37 anos), casadas (64%), com filhos (76%), lecionando em escola pública (63%), trabalhando em apenas uma escola (48%) e média de tempo de docência de 19 anos. O cronotipo mais frequente foi o intermediário (41%). Foram diagnosticados com má qualidade do sono (44% - x2=1,60; p=0,20) e 36% com sonolência diurna excessiva (x2=1,51; p=0,21). Dos indivíduos (57% - x2= 1,96; p=016), apresentaram sintomas de estresse, em sua grande maioria na fase de resistência (73%- x2=142,3; p=0,001), seguida da fase de exaustão (27% - x2=142,3; p=0,001). As alterações de sono e estresse podem ser decorrentes das condições de trabalho do profissional docente, o que torna necessário a concepção de novos estudos nessa temática, ampliando a amostra e avaliando quais os fatores que podem estar contribuindo para estas condições de saúde no profissional docente.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEnfermagempt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
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