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Title: Educação em ciências, espaços de resistência e metamorfoses do pensamento: expedições ao Arquipélago das Pérolas
Authors: Souza, Jean Carlos Borges de
Keywords: Educação em Ciências;Transdisciplinaridade;Pensamento do Sul;Ilhas do Sul
Issue Date: 23-Nov-2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: SOUZA, Jean Carlos Borges de. Educação em ciências, espaços de resistência e metamorfoses do pensamento: expedições ao Arquipélago das pérolas. 2019. 55 f. TCC (Graduação) - Curso de Pedagogia, Centro de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: A presente pesquisa trata sobre estratégias de resistência na educação em ciências, na qual descrevo experiências, aventuras, obstáculos, tempestades, correntezas e incertezas que apareceram durante as expedições que realizei em mar aberto. A inspiração para estas navegações advém dos espaços de resistência na educação em ciências, que alimentam, encantam e estimulam a formação do Espírito Científico mais próximo de um Pensamento do Sul, comprometido com a religação dos saberes e com a formação ética, social e humana. Estes espaços de resistência – que ultrapassam as fronteiras das áreas disciplinares – abrem oportunidades para o conhecimento de outros modos métodos e estratégias de conhecimento, considerados não usuais nos espaços acadêmicos. Aqui, nomeei estes espaços de Ilhas do Sul, que se localizam em um arquipélago real-imaginário, denominado de arquipélago das pérolas do conhecimento. O trabalho está dimensionado, portanto, em quatro expedições. Cada expedição gerou um diário de bordo. O primeiro diário de bordo conta as minhas reflexões sobre as águas frias dos oceanos mais ao Norte, trata dos aspectos do pensamento científico e de como estes têm permeado os espaços educacionais, de quais são as reverberações desse processo para a formação crítica do profissional da educação, e ainda de quais são as noções, ideias, imagens sobre ciências que chegam até a escola. No segundo diário, narro como foram construídas as primeiras linhas do mapa aberto que conduz aos oceanos quentes do Sul, e de como me aventurei em mergulhos profundos naqueles mares em busca de pérolas, ou seja, das noções articuladoras de um pensamento do Sul a partir das ideias de Edgar Morin (2011). O terceiro diário de bordo mostra o caminho percorrido pelas Ilhas do Sul já com as pérolas do conhecimento nas mãos. Esta terceira expedição teve como foco mapear ambientes de resistência na educação em ciências: espaços educacionais que assumem práticas próximas de um pensamento do Sul – indo na direção contrária de uma ciência morta vinculada ao Ensino de Ciências (DELIZOICOV, ANGOTTI, PERNAMBUCO, 2002). Por fim, no quarto diário redesenho um mapa aberto do itinerário pelas Ilhas do Sul para traçar um arquipélago a partir das religações e metamorfoses que ocorreram ao longo das expedições e mergulhos.
Abstract: This research deals about resistance strategies in science education, in which I describe experiences, adventures, obstacles, storms, currents and uncertainties that appeared during the open sea expeditions. The inspiration for these navigations comes from the spaces of resistance in science education, which nourish, enchant and stimulate the formation of the Scientific Spirit closest to a Southern Thought, committed to the reconnection of knowledge and the ethical, social and human formation. These spaces of resistance – which go beyond the boundaries of disciplinary áreas – open opportunities for knowledge in other ways, knowledge about methods and strategies considered unusual in academic spaces. Here, I named these spaces the South Islands, which are located in a real-imaginary archipelago, called the pearl of knowledge archipelago. The work is therefore sized in four expeditions. Each expedition generated a logbook. The first logbook tells my reflections on the cold waters of the northern oceans, deals about the aspects of scientific thought and how they have permeated the educational spaces, what are the reverberations of this process for the critical formation of the education professional? And, what are the notions, ideas, images about science that come to school? In the second diary, I narrate how the first lines of the open map leading to the warm southern oceans were constructed, and how I ventured myself into deep dives in those seas in search of pearls, that is, the articulating notions of a Southern thought from of the ideas of Edgar Morin (2011). The third logbook shows the path taken by the South Islands already with the pearls of knowledge in their hands. This third expedition focused on mapping resistance environments in science education: educational spaces that take on practices close to Southern thinking – going in the opposite direction of a dead science linked to Science Teaching (DELIZOICOV, ANGOTTI, PERNAMBUCO, 2002). Finally, in the fourth diary, I redraw an open map of the South Island itinerary to trace an archipelago from the religions and metamorphoses that occurred throughout the expeditions and dives.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/10419
Other Identifiers: 20155135787
Appears in Collections:Pedagogia (Presencial)

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