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Title: Análise multiparamétrica da Pressão Inspiratória Nasal (SNIP) em indivíduos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)
Other Titles: Multiparametric Analysis of Nasal Inspiratory Pressure (SNIP) in Individuals with Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD)
Authors: Castro, Esmívany Lhara de Freitas
Keywords: Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica;Pressões Respiratórias Máximas;Músculos Respiratórios
Issue Date: 2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: CASTRO, Esmívany Lhara de Freitas. Análise multiparamétrica da Pressão Inspiratória Nasal (SNIP) em indivíduos com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). 2019. 30f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Fisioterapia) - Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2019.
Portuguese Abstract: Introdução: A Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) é uma doença evitável e tratável, na qual os músculos respiratórios, principalmente o diafragma, se tornam encurtados devido ao aumento da resistência das vias aéreas e hiperinsuflação. Portanto, identificar as alterações nos músculos inspiratórios através das taxas de relaxamento e propriedades contráteis poderia ser uma nova técnica de avaliação na identificação de fadiga nesses músculos. Objetivo: Analisar as taxas de relaxamento e propriedades contráteis dos músculos inspiratórios derivados da curva pressórica do SNIP teste em pacientes com DPOC e em sujeitos saudáveis pareados. Metodologia: Indivíduos com DPOC foram recrutados e avaliados por espirometria, pressões inspiratória e expiratória máximas, e SNIP. Os dados gerados da curva de SNIP foram usados para calcular as taxas de relaxamento, como taxa máxima de relaxamento (MRR) e metade do tempo de relaxamento (½ TR), além das propriedades contráteis dos músculos inspiratórios, como taxa máxima de desenvolvimento de pressão (MRPD) e tempo de contração (TC). Resultados: Foram incluídos 24 indivíduos com DPOC (13M, 11H), com média de idade de 66 ± 4.9 anos, CVF: 76.2 ± 11.3 % pred. e VEF1: 50 ± 9.48% pred. comparados a 20 sujeitos saudáveis, (12M e 8H), idade de 55.4 ± 7.2 anos, CVF: 101.3 ± 10.4 % pred. e VEF1: 100.8 ± 10.5 % pred. Quando comparados com saudáveis, os indivíduos com DPOC apresentaram redução da função pulmonar e de força muscular respiratória (p<0,001), assim como aumento do TC (222.1 ± 37.8 vs 193.1 ± 35.8 ms) e da ½ TR (222.1 ± 37.8 vs 193.1 ± 35.8 ms). Contudo, os valores de MRR e MRPD não foram significativos estatisticamente. Ademais, quando comparadas as mulheres saudáveis e com DPOC, aquelas com a doença apresentaram maior TC (233.8 ± 21 vs 198.8 ± 37 ms), já os homens com DPOC quando comparados aos saudáveis mostraram um pico de SNIP menor (68.3 ± 12.6 vs 108.5 ± 34 %pred). Conclusão: Indivíduos com DPOC apresentam menor eficiência na geração de força e potência dos músculos inspiratórios e demoram mais a relaxar essa musculatura quando submetidos a determinado esforço respiratório, mostrado pelo aumento do TC e ½ TR, respectivamente. Além disso, as mulheres com a doença necessitam de um maior tempo para atingir o pico de pressão e os homens saudáveis apresentam maior força muscular inspiratória.
Abstract: Introduction: Chronic Obstructive Pulmonary Disease (COPD) is a preventable and treatable disease in which the respiratory muscles, especially the diaphragm, become shortened due to increased airway resistance and hyperinflation. Therefore, identifying changes in inspiratory muscles through relaxation rates and contractile properties could be a new evaluation technique in identifying fatigue in these muscles. Objective: To analyze the relaxation rates and contractile properties of inspiratory muscles derived from the SNIP test pressure curve in COPD patients and in healthy matched subjects. Methodology: Individuals with COPD were recruited and evaluated by spirometry, maximal inspiratory and expiratory pressures, and SNIP. SNIP curve data were used to calculate relaxation rates such as maximum relaxation rate (MRR) and half relaxation time (½RT), as well as inspiratory muscle contractile properties such as maximum pressure development rate (MRPD) and contraction time (CT). Results: 24 individuals with COPD (13M, 11H) were included, with a mean age of 66 ± 4.9 years, FVC: 76.2 ± 11.3% pred. and FEV1: 50 ± 9.48% pred. compared to 20 healthy subjects, (12M and 8H), age 55.4 ± 7.2 years, FVC: 101.3 ± 10.4% pred. and FEV1: 100.8 ± 10.5% pred. When compared to healthy individuals, COPD subjects had decreased pulmonary function and respiratory muscle strength (p <0.001), as well as increased CT (222.1 ± 37.8 vs 193.1 ± 35.8 ms) and ½ RT (222.1 ± 37.8 vs 193.1 ± 35.8 ms). However, the MRR and MRPD values were not statistically significant. Moreover, when compared to healthy women with COPD, those with the disease had higher CT (233.8 ± 21 vs 198.8 ± 37 ms), whereas men with COPD when compared to healthy women showed a lower SNIP peak (68.3 ± 12.6 vs 108.5 ± 34% pred). Conclusion: Individuals with COPD are less efficient at generating inspiratory muscle strength and power and take longer to relax these muscles when subjected to a certain respiratory effort, as shown by increased CT and ½ RT, respectively. In addition, women with the disease need more time to increase pressure and healthy men have greater inspiratory muscle strength.
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/10096
Other Identifiers: 2015077220
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