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Title: Perfil de isoaglutininas anti-A e anti-B em concentrados de plaquetas de uma unidade transfusional de Natal
Authors: Aragão, Karine do Nascimento
Keywords: sistema ABO;transfusão de plaquetas;antígenos;reações antígeno-anticorpo
Issue Date: 2019
Publisher: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citation: ARAGÃO, Karine do Nascimento. Perfil de isoaglutininas anti-A e anti-B em concentrados de plaquetas de uma unidade transfusional de Natal. 2019. 49 f. Monografia (Graduação em Biomedicina) – Centro de Biociências. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2019.
Portuguese Abstract: Introdução: Anticorpos anti-A e anti-B estão naturalmente presentes na circulação sanguínea de pessoas do tipo sanguíneo B e A, respectivamente, sendo que pessoas do tipo O, além de possuir os dois tipos de anticorpos citados, também possuem anti-A,B, sendo estes inofensivos para as pessoas em questão. Entretanto, ao tratar-se de transfusão, esses anticorpos em altas quantidades em um concentrado de plaquetas, por exemplo, este transfundido com incompatibilidade ABO menor pode se tornar mais prejudicial do que benéfico ao paciente, podendo levar a uma reação transfusional hemolítica, sendo os recém-nascidos os que apresentam maior susceptibilidade. Esses anticorpos adquirem importância na prática transfusional, pois devido à validade dos concentrados de plaquetas e estoque limitado, as transfusões são muitas vezes incompatíveis. Objetivos: O objetivo deste trabalho foi avaliar o perfil de isoaglutininas anti-A e anti-B em concentrados de plaquetas de uma unidade transfusional de Natal já que em cidades do Nordeste esse perfil nunca fora analisado, sua importância consiste em gerar dados que possam colaborar com a justificativa de trabalhos já realizados nacionalmente em tornar esse um teste pré-transfusional quando não for possível a transfusão de mesmo isogrupo. Metodologia: Foram realizadas titulações de isoaglutininas (anti-A e anti-B) em 50 concentrados de plaquetas - concentrados de plaquetas randômicas com destino a recém-nascidos e neonatos, pools de plaquetas e concentrados de plaquetas por aférese - dos tipos O, A e B, pelo método em tubo utilizando os segmentos das próprias bolsas e hemácias comerciais A1 e B, os classificando segundo o título em “perigoso – categoria 1”, “perigoso – categoria 2” e “não perigoso”. Resultados: Cerca de 66,7% dos títulos anti-A foram considerados altos de categoria 2 (≥128) e 41,7% dos títulos anti-B também o foram. Os CPs do tipo “A” têm na sua maioria baixos títulos, enquanto os pools têm mais concentrados com títulos altos de categoria 2. Os dois concentrados do tipo “B” também apresentaram altos títulos de categoria 2. Entre os concentrados do tipo “O”, somente dois de plaquetas por aférese (18,19%) foram classificados como “não perigosos para todos os tipos”, enquanto o restante, em sua grande maioria, exibiu títulos com algum nível de perigo. Conclusões: Com a dificuldade em encontrar método(s) “infalíveis” para identificação de doadores perigosos, é necessário investir o teste, no mínimo, para populações mais suscetíveis a sensibilização, como recém-nascidos, quando não for possível a transfusão de concentrados de plaquetas não-isogrupo. Bem como acompanhar pacientes que foram transfundidos com unidades não-isogrupo (principalmente dos tipos pool e aférese) com exames que possam identificar o aparecimento de hemólise passiva (monitoramento de hemoglobina, bilirrubina indireta, lactato desidrogenase e realização de teste de antiglobulina direto com eluição de anticorpos, se for o caso).
URI: http://monografias.ufrn.br/handle/123456789/10090
Other Identifiers: 20150114130
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Restricted Access Until 2020-12-01
Pretendo publicar o trabalho quando concluir o número de testes do escopo do projeto de pesquisa, previsto para 2020. Haverá conflito de interesse se ele for visualizado antes da sua conclusão.
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