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dc.contributor.advisorGanade, Gislene Maria da Silva-
dc.contributor.authorCosta, João Paulo de Lima-
dc.date.accessioned2019-12-13T11:06:07Z-
dc.date.available2019-12-13T11:06:07Z-
dc.date.issued2019-11-28-
dc.identifier2015065560pt_BR
dc.identifier.citationCOSTA, João Paulo de Lima. Adequabilidade bioclimática e desempenho de espécies arbóreas nativas em programas de restauração da Caatinga. 2019. 26 f. Monografia (Graduação em Ecologia) – Centro de Biociências. Universidade Federal do Rio Grande do Norte, 2019.pt_BR
dc.identifier.urihttp://monografias.ufrn.br/handle/123456789/10089-
dc.description.abstractAnthropogenic activities in the Caatinga semiarid forest resulted on 46% of its territory degraded and 15% in the verge of desertification. Forest restoration might reverse this process, but restoration projects still face high transplant mortality rates. Knowledge on which species to chose for planting can significantly increase survival rates during restoration actions. Species distribution modeling can optimize species selection assisting decision-making in ecological restoration programs. We evaluated whether the bioclimatic suitability of 16 native Caatinga tree species predicts better survival and growth in a forest restoration experiment. We collected survival and growth data of 4,704 seedlings of 16 Caatinga tree species, built bioclimatic suitability models for these species and tested the relationship between those variables using simple linear regressions. For most species, we observed a high bioclimatic suitability for Caatinga (minimum of 0.36, maximum of 0.78 and average of 0.65) and for the area of the experiment (minimum of 0.63, maximum of 0.99 and average of 0.87). For the 16 tree species, survival of transplants ranged from 23 to 86% and their relative growth in height and leaf biomass ranged from -0.09 to 1.30 and 0.98 to 11.12 respectively. The regressions between suitability and survival, and suitability and growth showed that bioclimatic suitability does not necessarily predict better transplant performance in the field. This indicates that factors other than bioclimatic tolerance may be correlated with plant performance after restoration.pt_BR
dc.description.sponsorshipCNPqpt_BR
dc.languagept_BRpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal do Rio Grande do Nortept_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/*
dc.subjectsobrevivênciapt_BR
dc.subjectcrescimentopt_BR
dc.subjectsemiáridopt_BR
dc.subjectmodelos de distribuição de espéciespt_BR
dc.titleAdequabilidade bioclimática e desempenho de espécies arbóreas nativas em programas de restauração da Caatingapt_BR
dc.typebachelorThesispt_BR
dc.contributor.advisor-co1Lopes, Milena Cordeiro de Amorimpt_BR
dc.contributor.referees1Staggemeier, Vanessa Graziele-
dc.contributor.referees2Marinho, Felipe Pereira-
dc.description.resumoAs fortes pressões ambientais e antrópicas da Caatinga a tornam bastante suscetível à desertificação e degradação ambiental, que atinge cerca de 15% e 46% do seu território, respectivamente. A restauração florestal pode reverter esse processo, porém os projetos de restauração ainda contam com altas taxas de mortalidade dos transplantes de mudas. O conhecimento sobre quais espécies plantar pode aumentar significativamente as taxas de sobrevivência e estabilidade nas ações de restauração. Um instrumento para auxiliar na tomada de decisões em programas de restauração ecológica e otimizar a seleção das espécies é a modelagem de nicho ecológico. Pensando nisso, buscamos avaliar se as médias das adequabilidades bioclimáticas de 16 espécies arbóreas nativas da Caatinga predizem um melhor desempenho, quanto a sobrevivência e crescimento, em um experimento de restauração florestal. Para isso, coletamos os dados de sobrevivência e crescimento de 4.704 mudas de 16 espécies arbóreas da Caatinga, construímos modelos de adequabilidade bioclimáticos para essas espécies e testamos a relação entre a sobrevivência e crescimento das espécies e as médias de adequabilidades bioclimáticas através de regressões lineares simples. Observamos boa adequabilidade bioclimática para a Caatinga e ótima para a área do experimento para a maioria das espécies (mínima de 0,36, máxima de 0,78 e média de 0,65 para a Caatinga; mínima de 0,63, máxima de 0,99 e média de 0,87 para a área do experimento). A sobrevivência variou de 23 a 86% e o crescimento relativo em altura e biomassa foliar variaram de -0,09 a 1,30 e de 0,98 a 11,12 entre as 16 espécies. As regressões entre a adequabilidade e os dados de sobrevivência e crescimento demonstraram que a adequabilidade bioclimática não prediz, necessariamente, um melhor desempenho dos transplantes de mudas em campo. Isso indica que outros fatores, além das tolerâncias bioclimáticas, podem estar correlacionados com o estabelecimento das mudas, como as características morfológicas de raiz, estatura das mudas, características fisiológicas, composição genética e o próprio manejo durante o plantio. Concluímos que é necessário levar em consideração outros fatores relativos às espécies, que não apenas seus modelos de adequabilidade, para a tomada de decisão em projetos de restauração. Futuros trabalhos devem ampliar o número de dados de desempenho de espécies em diferentes programas de restauração ao combinar com dados de adequabilidade para melhor compreender a relação entre estes fatores.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEcologiapt_BR
dc.publisher.initialsUFRNpt_BR
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