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Título: Imageamento com GPR de geometrias internas de dunas eólicas, no litoral Oriental do RN
Autor(es): Damasceno, Micael Batista
Palavras-chave: GPR;superfícies limitantes;dunas
Data do documento: 20-Abr-2015
Editor: Universidade Federal do Rio Grande do Norte
Citação: DAMASCENO, Micael Batista. Imageamento com GPR de geometrias internas de dunas eólicas, no litoral Oriental do RN. 2015. 73 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Graduação em Geoologia) - Departamento de Geologia, Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Natal, 2015.
???metadata.dc.description.resumo???: O presente trabalho aborda técnicas de imageamento de subsuperfície, utilizandose de uma ferramenta geofísica, o GPR, aplicadas a dunas na praia de Pitangui/RN. Parte significativa dos reservatórios de petróleo do mundo são encontrados em rochas reservatórios siliciclásticas (DELLA FÁVERA, 2001). São encontrados importantes reservatórios siliciclásticos de origem eólica, na Bacia do Amazonas, do Solimões e do Recôncavo-Tucano. A metodologia proposta por esse trabalho se utilizou do radar de penetração do solo (GPR) para obtenção de dados indiretos, com o objetivo de representar as geometrias internas, deposicionais, de sistemas eólicos e montagem de um arcabouço cronoestratigráfico do campo de dunas estudado. Sobre o GPR, autores como McMechan et al. (1998), Van Dam & Schlager (2000), Loucks et al. (2004) e Guidry et al. (2007) mostraram a sua aplicação para imagear e caracterizar em 3D as geometrias de afloramentos análogos a reservatórios petrolíferos. Utilizando-se de uma antena de 200 MHz, aquisição em modo contínuo com a emissão de um scan a cada 2 cm, range de 400 ns, e sample de 2048, foi possível imagear as dunas da área de trabalho até uma profundidade de 30 m. Nessa profundidade de investigação foi possível observar não só as dunas como também a Formação Potengi. As dunas apresentam uma espessura máxima de 10 m. Também apresentam uma superfície limitante de 1ª ordem, ligada ao contato das dunas com a Formação Potengi. As superfícies de 2ª ordem demarcam cavalgamento entre dunas de diferentes gerações, indicando pelo menos cinco pulsos de sedimentação distintos. Os períodos de não deposição e erosão nas dunas representam as superfícies limitantes de 3ª ordem, sendo evidenciadas pela mudança brusca dos ângulos das estratificações cruzadas. Na Formação Potengi é possível observar a existência dessas superfícies limitantes, de 1ª ordem, de 2ª ordem e de 3ª ordem, onde as superfícies de 2ª ordem indicam 3 pulsos de sedimentação distintos. Sua espessura máxima é de 12 m.
URI: http://monografias.ufrn.br/jspui/handle/123456789/6355
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